1 de novembro de 2013

Parece que os micro-ondas causam autismo entre outras coisas


Há já algum tempo que o controverso assunto sobre se as micro-ondas emitidas são ou não prejudiciais à saúde humana persiste sem grande clarificação de lado nenhum. A Telecom e a indústria eletrónica estão muito dependentes destas micro-ondas e recusam-se a reconhecer quaisquer pesquisas desprezando-as como sendo inadequadas, erradas e insuficientemente extensivas. O publico continua a apoiar-se nestes aparelhos de extrema conveniência contudo potencialmente mortíferos, que se estão a tonar cada vez mais integrados nas nossas vidas.
Então qual é a verdade? Estas frequências de radio são realmente prejudiciais? Aqui ficam algumas luzes sobre este assunto.
A CDC (Centers for Disease Control), Centro de Controlo de Doenças, publicou um conjunto de ferramentas para Profissionais de Saude Ambiental a 7 de Março de 2013, que afirma claramente que estudos feitos a homens para verificar infertilidade apresentaram uma redução na mobilidade do esperma associada ao aumento da utilização de telemóveis bem como outros efeitos biológicos relacionados com a exposição à frequência de radio. É levantada a hipótese do stress oxidativo, o processo pelo qual acontece o envelhecimento, ser o mecanismo para o prejuízo devido à exposição à frequência de radio. Simplificando o assunto: o nosso cérebro trabalha num intervalo de 2-50 frequência Hz dependendo do estado de alerta, sono, etc, enquanto os nossos telemóveis e internet com ligação eletromagnética e os aparelhos WI-Fi operam entre 300 – 30000 Megahertz (MHz). A diferença é significativa, flagrante e incómoda. Esse tipo de exposição diária durante anos pode ser perigosa.

A exposição ao mercúrio no telefones, ao chumbo nos dentes, etc., a estas radiações invisíveis perniciosas pode causar danos aos ouvidos e aos olhos, os órgãos mais sensíveis do nosso corpo. De facto, investigações têm provado que a radiação de micro-ondas pode causar malformações à nascença tais como síndroma de Down e até autismo. Uma vez que as ondas podem penetrar a barreira protectora que é a placenta da mãe, elas podem reagir e danificar até o embrião em desenvolvimento e o feto mesmo dentro do útero. As ondas também aumentam a divisão celular, o que é basicamente o que acontece dentro do útero, implicando danos directos no feto. As crianças pequenas são mais vulneráveis que os adultos uma vez que os seus finos crânios os expõem mais a maior absorção de radiação e a maiores danos genéticos. As micro-ondas afetam a fisiologia celular, as enzimas, a forma como o nosso corpo reage aos estímulos ambientais, ao envelhecimento e morte d célula, a memória, a atenºão e a concentração, a fertilidade e a contagem de esperma, para referir alguns. Podem provocar danos neuronais permanentes, danificar o fígado, os rins e as células de DNA.
Os níveis de segurança foram redefinidos pelo governo, por “lobistas”, advogados e as grandes indústrias de acordo com as suas necessidades, para alguns, o lucro. As micro-ondas, inicialmente destinadas somente a serem usadas por militar para fins de informação e como material defesa, estenderam o seu campo de ação acabando por nos engolir a todos.
O ar à volta da matéria é tão pouco claro nos meios de comunicação social que os meios de comunicação social muitas vezes escolhem não o comentarem de todo.

Quem sofre com este negócio? Somente a mãe/família/criança media. É necessário que nos armemos com conhecimento, investigação e dados e escolhamos sabiamente nesta batalha pela saúde e pelo nosso próprio bem-estar e das nossas famílias. É imperativo olhar para lá do que os jornais e as televisões dizem e escavar e decidir por nós mesmos.

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