Parece que os micro-ondas causam autismo entre outras coisas
Há já algum tempo que o controverso assunto sobre se as
micro-ondas emitidas são ou não prejudiciais à saúde humana persiste sem grande
clarificação de lado nenhum. A Telecom e a indústria eletrónica estão muito
dependentes destas micro-ondas e recusam-se a reconhecer quaisquer pesquisas
desprezando-as como sendo inadequadas, erradas e insuficientemente extensivas.
O publico continua a apoiar-se nestes aparelhos de extrema conveniência contudo
potencialmente mortíferos, que se estão a tonar cada vez mais integrados nas
nossas vidas.
Então qual é a
verdade? Estas frequências de radio são realmente prejudiciais? Aqui ficam
algumas luzes sobre este assunto.
A CDC (Centers for
Disease Control), Centro de Controlo de Doenças, publicou um conjunto de
ferramentas para Profissionais de Saude Ambiental a 7 de Março de 2013, que
afirma claramente que estudos feitos a homens para verificar infertilidade
apresentaram uma redução na mobilidade do esperma associada ao aumento da
utilização de telemóveis bem como outros efeitos biológicos relacionados com a
exposição à frequência de radio. É levantada a hipótese do stress oxidativo, o
processo pelo qual acontece o envelhecimento, ser o mecanismo para o prejuízo
devido à exposição à frequência de radio. Simplificando o assunto: o nosso
cérebro trabalha num intervalo de 2-50 frequência Hz dependendo do estado de
alerta, sono, etc, enquanto os nossos telemóveis e internet com ligação
eletromagnética e os aparelhos WI-Fi operam entre 300 – 30000 Megahertz (MHz).
A diferença é significativa, flagrante e incómoda. Esse tipo de exposição
diária durante anos pode ser perigosa.
A exposição ao mercúrio no telefones, ao chumbo nos dentes,
etc., a estas radiações invisíveis perniciosas pode causar danos aos ouvidos e
aos olhos, os órgãos mais sensíveis do nosso corpo. De facto, investigações têm
provado que a radiação de micro-ondas pode causar malformações à nascença tais
como síndroma de Down e até autismo. Uma vez que as ondas podem penetrar a
barreira protectora que é a placenta da mãe, elas podem reagir e danificar até
o embrião em desenvolvimento e o feto mesmo dentro do útero. As ondas também
aumentam a divisão celular, o que é basicamente o que acontece dentro do útero,
implicando danos directos no feto. As crianças pequenas são mais vulneráveis
que os adultos uma vez que os seus finos crânios os expõem mais a maior
absorção de radiação e a maiores danos genéticos. As micro-ondas afetam a
fisiologia celular, as enzimas, a forma como o nosso corpo reage aos estímulos
ambientais, ao envelhecimento e morte d célula, a memória, a atenºão e a
concentração, a fertilidade e a contagem de esperma, para referir alguns. Podem
provocar danos neuronais permanentes, danificar o fígado, os rins e as células
de DNA.
Os níveis de segurança foram redefinidos pelo governo, por
“lobistas”, advogados e as grandes indústrias de acordo com as suas
necessidades, para alguns, o lucro. As micro-ondas, inicialmente destinadas
somente a serem usadas por militar para fins de informação e como material
defesa, estenderam o seu campo de ação acabando por nos engolir a todos.
O ar à volta da
matéria é tão pouco claro nos meios de comunicação social que os meios de
comunicação social muitas vezes escolhem não o comentarem de todo.
Quem sofre com este negócio? Somente a mãe/família/criança
media. É necessário que nos armemos com conhecimento, investigação e dados e
escolhamos sabiamente nesta batalha pela saúde e pelo nosso próprio bem-estar e
das nossas famílias. É imperativo olhar para lá do que os jornais e as
televisões dizem e escavar e decidir por nós mesmos.
Sem comentários:
Enviar um comentário